O que verifica
A ferramenta desta página reúne os sinais do seu navegador por categoria: canvas, WebGL, áudio, Client Hints, GPC e DNT.
Impressão digital · verificação no navegador
O seu navegador conta dezenas de detalhes a cada site que você abre: idioma, fuso horário, tamanho de tela, placa de vídeo, como ele desenha uma imagem. Este teste reúne os que aparecem nesta sessão e estima o quanto eles se destacam. Uma VPN não muda quase nenhum.
Ferramenta funcional
Resume categorias visíveis do navegador, como Canvas, WebGL, áudio, Client Hints, GPC e DNT, sem exportar hashes brutos.
Status inicial: não verificado. Rode o teste para ver as categorias visíveis do navegador sem exportar hashes nem valores brutos.
Não verificadoRode o teste para gerar um resumo de exposição. O relatório seguro não exporta o IP completo, a cidade exata, o user-agent completo, os candidatos WebRTC nem impressões digitais brutas.
A ferramenta desta página reúne os sinais do seu navegador por categoria: canvas, WebGL, áudio, Client Hints, GPC e DNT.
Uma impressão digital local não é uma identidade universal e não prova que um site esteja rastreando você.
Resposta rápida
A impressão digital do navegador é o conjunto de detalhes que o seu navegador entrega a cada site: idioma, fuso horário, tamanho de tela, placa de vídeo, como ele desenha uma imagem e como processa um som. Nenhum deles identifica você sozinho, mas a combinação pode bastar para reconhecer a mesma sessão sem cookies e sem conta. Este teste resume as categorias visíveis aqui e estima se elas se destacam pouco, um pouco ou muito. É um sinal limitado desta sessão.
Para desenhar uma página corretamente, o navegador precisa contar coisas sobre o seu equipamento. Ele diz ao site qual idioma você prefere, em que fuso horário você está, quantos pixels a tela tem, quantos núcleos o processador declara e qual motor gráfico usa. Nada disso é segredo: faz parte de como a web funciona há décadas.
O incômodo começa quando alguém junta todas essas respostas em uma mesma lista. Cada uma descarta uma parte dos visitantes. O idioma descarta muitos; o fuso horário, bem mais; a combinação de resolução, versão do sistema e modelo de placa de vídeo deixa um grupo muito menor. Somadas, essas respostas podem apontar para um punhado de navegadores, ou para um só.
Há sinais que vão além de responder perguntas. Um site pode pedir ao navegador que desenhe um texto em uma tela invisível — isso é o canvas — e ficar com o resultado. Dois equipamentos com sistema, placa de vídeo ou fontes instaladas diferentes produzem imagens levemente diferentes, e essa diferença vira um valor estável. O mesmo acontece com o WebGL, que expõe o modelo da GPU, e com o áudio, em que um sinal gerado em silêncio é processado com variações mínimas conforme o equipamento.
Por isso esse rastreamento não precisa de cookies. Ele não guarda nada no seu disco, então não há nada para apagar. Você sai da conta, limpa o armazenamento, troca de endereço com uma VPN, e as respostas do navegador continuam as mesmas. O endereço público é outra camada, e você pode vê-lo em qual é o meu endereço IP: ele muda, a impressão digital não.
A ferramenta roda no seu navegador e devolve dois cartões. Nenhum deles é um veredicto: eles descrevem o que estava à vista enquanto você rodava o teste.
Reúne a família do navegador, o sistema operacional e o estado de duas preferências de privacidade: GPC (Global Privacy Control) e DNT (Do Not Track). São dois avisos que o navegador pode enviar: com o primeiro, você pede que não vendam nem compartilhem os seus dados; com o segundo, que não rastreiem você. Aparecerem como “Não informado” não é um erro: significa que este navegador não os está enviando. Estarem ativados também não garante nada, porque esta página informa o sinal observado, não o que cada site faz depois com ele. A ferramenta Qual é o meu User-Agent? verifica à parte a string completa que o seu navegador envia.
Lista as categorias que o navegador deixa consultar nesta sessão — Canvas, WebGL, Áudio, Client Hints, CPU, Memória e Fuso horário — e, com essa contagem, atribui um nível:
Vale dizer o que o nível não significa. Um nível alto não prova que você esteja sendo rastreado, e um nível baixo não prova anonimato. Esta página não compara o seu navegador com uma população de referência: ela não sabe quantas pessoas compartilham a sua combinação nem o que outro site guarda. Por isso você verá categorias, e não uma porcentagem de unicidade.
A linha “Exportação” lembra o limite do relatório: o resumo não gera hashes nem valores brutos, e o relatório seguro que você pode copiar exclui o endereço completo, a cidade exata e o user-agent completo.
Uma VPN muda o caminho pelo qual o seu tráfego sai. Ela substitui o endereço público que os sites veem pelo do servidor ao qual você se conecta e criptografa o trecho entre o seu equipamento e esse servidor. Ela trabalha na camada de rede.
A impressão digital se forma uma camada acima, dentro do navegador, com perguntas que o túnel não toca. O fuso horário do sistema, o idioma, o tamanho da janela, o modelo da GPU e a forma como um canvas é desenhado são idênticos com a VPN ligada ou desligada. Por isso um site pode ver um endereço de outro país e, ao mesmo tempo, reconhecer um navegador que já tinha visto antes.
Há um detalhe que denuncia a combinação: a incoerência. Se o endereço aponta para Frankfurt enquanto o navegador declara o fuso horário de São Paulo e o idioma pt-BR, o descompasso já chama atenção por si só. Não prova nada, mas faz você se destacar, que é justamente o contrário do que você queria.
Nada disso torna a VPN inútil: ela resolve outro problema. Se você quiser ver as duas camadas juntas, o teste de vazamentos de VPN reúne IP, DNS, WebRTC e IPv6 em uma só passagem. E o teste de vazamento de WebRTC verifica outro caminho que também vive dentro do navegador e que o túnel também não cobre sozinho.
Nenhuma configuração elimina o risco. A impressão digital se forma com o que o navegador precisa contar para funcionar, então a meta realista não é desaparecer: é deixar de se destacar.
Há duas estratégias, e elas apontam em direções opostas. A primeira é bloquear: cortar o acesso ao canvas, ao WebGL ou ao áudio para que devolvam valores vazios ou alterados. A segunda é se uniformizar: fazer o seu navegador responder o mesmo que milhares de navegadores iguais. A segunda costuma proteger melhor, porque um navegador que bloqueia tudo fica estranho justamente por isso.
Vale olhar com calma as extensões que prometem falsificar a impressão digital. Elas vão contra a segunda estratégia: se o que você quer é que o seu navegador responda o mesmo que muitos outros, uma camada que o faz responder algo diferente não ajuda você a se misturar. E cada extensão que você adiciona entra na conta da combinação, que é justamente o que pode acabar se tornando distintivo.
Sobre os navegadores, vale entender o mecanismo antes da marca. As proteções contra fingerprinting funcionam de duas maneiras opostas: umas devolvem um valor falso onde o navegador daria um real, e outras devolvem o mesmo valor para todo mundo. A primeira distingue você se ninguém mais ao seu redor a usa, porque uma resposta rara também é um sinal. A segunda só funciona quando muita gente a compartilha, e por isso perde efeito se você a combina com configurações próprias. Qualquer uma das duas quebra algum site, e aí está o preço real. Qual navegador serve para você depende de quanto você está disposto a perder desse lado, então confira com um teste antes e depois da mudança, não com uma lista de nomes.
Uma leitura isolada diz pouco. O útil é a diferença entre um antes e um depois, e essa diferença só se lê bem se você mudar uma coisa de cada vez.
Repita a verificação depois de atualizar o navegador, instalar ou remover extensões, trocar de perfil, ativar proteções contra impressão digital, mudar o idioma ou o fuso horário do sistema, ou estrear um equipamento novo. O comportamento muda entre versões: um resultado de meses atrás não diz nada sobre o de hoje.
Há uma comparação que surpreende muita gente. Abra o teste em uma janela normal e em uma anônima, lado a lado. As categorias visíveis costumam ser idênticas, porque o modo privado limpa cookies e histórico no seu computador, mas não muda a tela, a GPU nem o fuso horário. Se você procura os sinais de rede que mudam ao trocar de rota, eles estão no teste de vazamento de DNS e no teste de visibilidade IPv6.
A página lê APIs padrão do navegador: verifica se o contexto 2D de um canvas responde, se há WebGL disponível, se existe um contexto de áudio, se o navegador expõe Client Hints, quantos núcleos declara, quanta memória informa e se há dados de fuso horário. Com essa contagem, classifica a superfície em baixa, média, alta ou desconhecida, e acrescenta a família do navegador, o sistema e o estado do GPC e do DNT.
O que ele não faz, dito com clareza: não gera nem exporta hashes de impressão digital, não envia os valores a nenhum servidor do MyIPScan, não cria uma conta, não guarda um registro e não compara o seu navegador com uma população de referência.
Ele também não consegue saber o que outro site armazena, nem auditar os aplicativos fora do navegador, nem prever como o seu equipamento vai responder depois da próxima atualização. Um resultado baixo não prova anonimato nem segurança: só diz que, nesta sessão, havia menos categorias à vista.
Os critérios e os limites completos estão na metodologia do MyIPScan. A versão em inglês deste teste de impressão digital do navegador documenta a mesma abordagem e inclui módulos adicionais, como fontes, armazenamento e uma comparação com uma referência salva localmente.
É o conjunto de características que o seu navegador revela a cada site que você abre: idioma, fuso horário, resolução de tela, sistema operacional, modelo da placa de vídeo e a forma exata como ele desenha uma imagem ou processa um som. Nenhum dado identifica você isoladamente, mas a combinação pode bastar para reconhecer a mesma sessão entre visitas, sem cookies e sem conta.
Com as respostas que o navegador dá para funcionar. Um site pede idioma, fuso horário, tamanho de tela, número de núcleos e motor gráfico, e ainda pode fazer o navegador desenhar uma imagem invisível ou processar um som em silêncio; o resultado varia conforme o equipamento. Essa combinação é calculada na hora, não fica salva no seu disco, e por isso apagar os cookies não a elimina.
Uma impressão digital típica combina entre 30 e 80 sinais. Os mais identificadores são o desenho do canvas, que varia com a GPU e o driver, a string do renderizador WebGL, a resolução e a profundidade de cor, a lista de fontes instaladas, o fuso horário e o idioma, e os cabeçalhos HTTP. O estudo Panopticlick, da EFF, descobriu que mais de 80% dos navegadores testados eram únicos.
Não. O modo privado apaga cookies e histórico do seu computador quando você fecha a janela, mas não muda a resolução da tela, a placa de vídeo, as fontes instaladas, o idioma nem o fuso horário. Um site consegue ler os mesmos sinais em uma janela anônima e em uma normal. Abra as duas lado a lado e rode este teste nas duas para conferir.
Não. Uma VPN muda o endereço IP que os sites veem e criptografa o trecho até o servidor dela, mas trabalha na camada de rede. A impressão digital se forma dentro do navegador, com dados que o túnel não toca: tela, GPU, fontes, idioma, fuso horário e canvas continuam iguais. Um site pode ver um IP de outro país e reconhecer o mesmo navegador de sempre.
O caminho mais eficaz é se parecer com muitos outros em vez de bloquear tudo, porque um navegador que bloqueia cada API fica estranho por si só. Ative as proteções contra impressão digital que o seu navegador já traz, mantenha-o atualizado, não acumule extensões incomuns, evite instalar fontes exóticas e use perfis separados. Repita este teste depois de cada mudança para ver o que mudou.
O Firefox oferece configurações avançadas contra fingerprinting para quem aceita as incompatibilidades que elas trazem. O Brave inclui proteções que reduzem algumas superfícies de rastreamento. O Safari aplica prevenção de rastreamento, embora os sinais do dispositivo continuem variando conforme a plataforma. O Tor Browser foi projetado para que os seus usuários se pareçam entre si, ao custo de velocidade e compatibilidade. Não é um ranking: confira o efeito com um teste.
Não. O resumo é calculado no seu navegador e mostra categorias, não valores brutos: ele não gera hashes de impressão digital, não os envia a um servidor do MyIPScan, não cria nenhuma conta e não guarda nenhum registro. O relatório seguro que você pode copiar também exclui o IP completo, a cidade exata e o user-agent completo, para que você possa compartilhar o resultado sem compartilhar identificadores.
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